15 novembro 2013


Máquina com processador FX octa-core de 5 GHz da AMD está na BGS 2013

Empresa vai aproveitar o evento para demonstrar sua nova linha de CPUs e placas de vídeo da linha Radeon




Entre esta sexta-feira (25) e a próxima terça-feira (29), a AMD apresentará na BGS 2013 o primeiro computador do mercado com processador octa-core de 5 GHz. Além de conferir a novidade, o público que for ao local também vai poder conferir o notebook gamer GX70 da MSI, que conta com um processador acelerado AMD quad-core A10 e uma placa de vídeo discreta produzida pela empresa.
Segundo Roberto Brandão, diretor de engenharia da AMD América Latina, a BGS é um dos eventos mais importantes para a empresa no país. “Vemos esse como um mercado em crescimento constante e com grande potencial, por isso investimentos no desenvolvimento de novas tecnologias para consoles, desktops etc.”, explica o executivo.
Além de mostrar seus novos processadores FX e placas de vídeo Radeon durante o evento, a AMD vai estar presente lá através do Xbox One e do PlayStation 4 — ambas plataformas equipadas com hardwares feitos pela organização. Segundo Brandão, a presença da companhia no local é importante, já que o público que frequenta a BGS é capaz de influenciar muito o desenvolvimento do mercado.
Quem passar no espaço da AMD também poderá aproveitar uma promoção exclusiva realizada em parceria com o site oficial do Walmart. Os visitantes vão ganhar códigos que garantem até R$ 1 mil de desconto na compra de um computador MSI Gamer GX70, cujo preço normal é de R$ 6.998.

PlayStation 4 vs calibre .50 em slow motion a 50 mil FPS [vídeo]

Teste comprova que o console da Sony não resiste a um tiro disparado por uma arma tão violenta
Ontem foi a vez do Xbox 360. Hoje é a vez do PlayStation 4. O canal RatedRR realizou um teste para verificar como o video game fica após enfrentar um projétil de uma calibre .50.
Como de praxe, o vídeo foi capturado com uma câmera capaz de registrar 50 mil quadros por segundo, garantindo que vejamos a destruição do aparelho em cenas com o efeito slow motion.
Tudo bem, pode ser um teste inútil, pode parecer bobeira e certamente um grande desperdício de dinheiro, mas não há dúvidas de que todo mundo gosta desses vídeos, afinal eles continuam fazendo e recebendo milhões de visualizações.
Independente do propósito do vídeo, devemos admitir que os efeitos são bem legais, até porque podemos ver como a carcaça do console balança violentamente ao ser perfurada. É interessante que algumas partes do PS4 ainda sobraram para contar história. Qual será o próximo produto que eles vão destruir?

Call of Duty: Ghosts: entenda como funciona o sistema de Perks

Conheça os principais recursos que podem garantir boas vantagens durante as jogatinas na nova versão deste promissor FPS


Call of Duty: Ghosts: entenda como funciona o sistema de Perks  














         Com o lançamento de Call of Duty: Ghosts cada vez mais próximo, a Infinity Ward publicou informações para os jogadores que estão curiosos para saber como funcionará o sistema de Perks do game — que difere dos anteriores com um maior nível de personalização.
Para você que é novo na área e não sabe o que é um Perk, nós vamos explicar. Trata-se de um esquema de habilidades especiais para você melhorar seu personagem. É possível usar Perks para ter maior precisão, para garantir imunidade a radares e assim por diante.
Em Call of Duty: Ghosts, você terá acesso a um total de 35 Perks. Normalmente, você tem um total de 8 pontos para preencher com os Perks, mas há como abdicar de alguns recursos (há Perks que são atrelados aos slots de armas) e conseguir até 12 pontos para usar mais Perks — a Infinity Ward sugere que você pode tentar usar apenas uma faca e 12 habilidades.

Desbloqueando privilégios

Para desbloquear novos Perks, você pode prosseguir de duas maneiras: atingindo o nível requisitado ou pagando com a pontuação de Squad. No primeiro método, basta treinar e realizar as missões para desbloquear o Perk automaticamente. No segundo, você tem acesso antecipado à habilidade, mas deve pagar para isso.
Call of Duty: Ghosts: entenda como funciona o sistema de Perks (Fonte da imagem: Divulgação/Infinity Ward)

As categorias de Perks

Cada um dos 35 Perks está dentro de uma das 7 categorias. Você pode ativar aqueles que desejar e misturar as habilidades do seu personagem como preferir, tendo assim acesso a uma grande variedade de personalizações e moldando seu soldado de acordo com a necessidade. Veja quais são as categorias e alguns Perks disponíveis em Call of Duty: Ghosts:

Velocidade

Estes Perks são úteis para quem necessita maior velocidade durante o combate. Não estamos tratando apenas da movimentação, mas também de outras atividades que devem ser executadas com rapidez.
Call of Duty: Ghosts: entenda como funciona o sistema de Perks (Fonte da imagem: Divulgação/Infinity Ward)
  • Sleight of Hand: este Perk serve para recarregar as armas com mais velocidade
  • Stalker: mova-se com mais rapidez enquanto mira

Manuseio

Destreza e controle que garantem melhor manuseio das armas. Com estes Perks, você realizará ações mais efetivas e terá melhor precisão.
Call of Duty: Ghosts: entenda como funciona o sistema de Perks (Fonte da imagem: Divulgação/Infinity Ward)
  • On the Go: recarregue sua arma enquanto corre
  • Steady Aim: aumenta a precisão de tiro

Discrição

Para quem gosta de ficar fora de visão e agir com furtividade, estes Perks garantem bons resultados para concluir as missões.
Call of Duty: Ghosts: entenda como funciona o sistema de Perks (Fonte da imagem: Divulgação/Infinity Ward)
  • Takedown: elimine os inimigos sem reveler os locais em que eles morreram
  • Incog: garante resistência a sistemas de monitoramento, o que inclui o sensor de temperatura, o rastreador de posicionamento e o sensor de movimento, e ainda impede que seu nome seja revelado ou que você seja marcado como alvo

Cautela

Para quem deseja partir para a ação, estes Perks são bem úteis. Eles garantem que você fique ligado em tudo que roda ao seu redor, examinando o ambiente e detectando os inimigos.
Call of Duty: Ghosts: entenda como funciona o sistema de Perks (Fonte da imagem: Divulgação/Infinity Ward)
  • SitRep: detecta os explosivos do adversário e equipamentos táticos
  • Wiretap: utilize todos os satélites no campo de batalha

Resistência

Quando há uma missão muito difícil, estes Perks podem ser um fator decisivo. Com eles, você reduz os efeitos da fadiga e tem mais resistência.
Call of Duty: Ghosts: entenda como funciona o sistema de Perks (Fonte da
  • Focus: reduza os movimentos indesejados na movimentação da arma e o recuo quando você levar um tiro
  • Blast Shield: resistência elevada a danos causados por explosivos

Equipamento

Se você é do tipo que tem grandes táticas para pegar o inimigo de surpresa, ter as ferramentas certas para a missão é essencial. Estes Perks garantem acesso a itens especiais.
Call of Duty: Ghosts: entenda como funciona o sistema de Perks (Fonte da
  • Extra Tactical: equipamento tático adicional
  • Extra Attachment: acessórios extras para suas armas

Elite

Estes Perks são voltados aos jogadores mais abusados que buscam habilidades especiais que possam surpreender no campo de batalha.
Call of Duty: Ghosts: entenda como funciona o sistema de Perks (Fonte da
  • Gambler: aposte com a sorte e receba um Perk aleatório a cada vez que você entrar em uma partida
  • Ping: ative um sonar quando matar um inimigo e descubra o posicionamento dos adversários que estão nas proximidades
Bom, como você pode ver, são muitas opções para se dar bem no game, então vai ser difícil não encontrar habilidades que possam atender ao seu perfil. Gostou das habilidades disponíveis? Você já reservou sua cópia de Call of Duty: Ghosts?

Os Melhores Games de 2013
Os últimos meses nos mostraram que 2013 foi um ano bem atípico para os jogadores, que precisaram se virar para conseguir dinheiro e acompanhar a grande quantidade de ótimos lançamentos. Embaladas pelo fim da atual geração e a chegada do PlayStation 4 e Xbox One, as empresas apostaram todas as suas fichas em títulos de peso e mostraram que ainda são capazes de nos surpreender.
E não é preciso ir muito longe para perceber isso. Basta olhar para o próprio Baixaki Jogos e lembrar que bastaram apenas três meses para que duas notas máximas surgissem em nossas análises. O último jogo a levar um 100 foi há mais de dois anos, o que mostra que o nível de qualidade subiu drasticamente em pouquíssimo tempo.
O problema disso é que se torna praticamente impossível acompanhar todos esses lançamentos. Por mais que você seja o tipo de louco que corre para as lojas tão logo um grande game chegue às prateleiras, falta tempo e dinheiro para aproveitar todos da mesma maneira.
É por isso que esse período de marasmo entre junho e setembro é tão bem-vindo. Como é nessa época que as grandes feiras acontecem, a quantidade de lançamentos diminui um pouco e nos permite olhar para trás e experimentar aquele jogo que acabou sendo deixado de lado. E, em 2013, não foram poucos.
Para facilitar sua vida, fizemos um apanhado de quais títulos são esses, o que deve ajudar na hora de priorizar sua agenda. A partir dos jogos que tiveram nota maior que 90 em nossas análises, filtramos quais games você deve procurar para aproveitar tudo aquilo que este ano trouxe de melhor.

BioShock Infinite

Nota 100

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
O primeiro jogo nota máxima em 2013 e o único a alcançar essa façanha nos últimos três anos é quase uma unanimidade quando o assunto é excelência. O novo capítulo da série idealizada por Ken Levine conquistou a todos com sua narrativa envolvente e sua ambientação incrível. Se as expectativas quanto a seu lançamento estavam altíssimas, o resultado entregue pela 2K foi além e deixou todo mundo de queixo caído.
Em resumo, BioShock Infinite é uma das experiências que vão definir a atual geração de consoles, provando que limitações de hardware não são nenhum obstáculo para um time de criação competente.”
Felipe Gugelmin

The Last of Us

Nota 100

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
Durante a conferência da Sony na E3, o presidente da empresa, Jack Tretton, foi taxativo ao descrever The Last of Us como um forte candidato a jogo do ano. E ele não poderia estar mais certo. A jornada de Joel e Ellie em um mundo pós-apocalíptico é uma aventura imersiva, densa e envolvente como há tempos não víamos em um console. A narrativa é tão bem construída que é impossível você não se afeiçoar a cada um dos personagens.
Não existe jogo perfeito e impecável, mas The Last of Us é a prova de que as desenvolvedoras de jogos conseguem se aproximar muito disso. Todas as poucas falhas do game são compensadas por momentos impressionantes, visuais estonteantes ou uma história envolvente.
Felipe Demartini

Tomb Raider

Nota 95

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
O retorno de Lara Croft não poderia ser mais feliz. Depois de passar alguns anos sofrendo com jogos meia-boca, a musa renasceu nos video games e mostrou às novas gerações o porquê de ela ter se tornado um ícone da indústria. Mesmo caindo de penhascos e lutando contra os mais diferentes tipos de inimigos, a heroína provou que sua fama não veio à toa.
O ritmo da aventura segue de forma consistente, introduzindo os elementos no momento certo. As batalhas ficam mais frenéticas com a evolução de Lara, que passa de uma simples jovem indefesa para uma quase assassina brutal que executa os inimigos com requintes de crueldade.
Vinícius Karasinski

Ni no Kuni: Wrath of the White Witch

Nota 95

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
Em meio a tantos jogos pesados e com temáticas adultas, uma das maiores surpresas do ano veio na forma de uma jornada de um pequeno garoto para tentar salvar sua mãe. Resgatando a jogabilidade clássica dos RPGs, com um toque de renovação, o jogo é uma aventura singela e tocante que vai resgatar sua criança interior e mostrar que evoluir é muito mais do que simplesmente passar de nível — algo que os Estúdios Ghibli sabem fazer como ninguém.
“Com dezenas de horas de duração, personagens envolventes e gráficos absurdamente bonitos, este é um daqueles raros jogos que parecem não ter defeito algum e capazes de agradar até mesmo àqueles que são alheios ao gênero que pertencem.”
Cássio Barbosa

Company of Heroes 2

Nota 95

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
Mesmo com toda a novela envolvendo o fechamento da THQ, a Relic conseguiu fazer com que Company of Heroes 2 passasse por cima de todos os problemas e trouxesse um dos melhores RTS de 2013. Publicado pela SEGA, o game recriou muito bem a sensação de estar no meio de uma guerra ao deixar claro que nenhuma batalha se vence apenas dando tiro, mas com muito pensamento estratégico.
Aprimorando quase todos os pontos vistos em seu antecessor, o game oferece uma experiência envolvente que deixa aquela sensação de ‘quero mais’ mesmo após você passar horas em frente ao computador.
Felipe Gugelmin

Fire Emblem: Awakening

Nota 95

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
A série Fire Emblem sempre se destacou como um dos melhores RPGs da Nintendo, sobretudo nos portáteis. E Awakening elevou o nível de qualidade da franquia a outro patamar, trazendo dezenas de possibilidades táticas e com uma jogabilidade capaz de agradar tanto aos fãs mais hardcore quanto ao público que está tendo seu primeiro contato com o gênero.
Com uma história rica repleta de personagens com quem é possível se importar e um sistema de batalha incrivelmente complexo ao mesmo tempo em que é acessível, Fire Emblem: Awakening é um RPG tático extremamente divertido e um dos melhores títulos que qualquer dono de um Nintendo 3DS pode carregar.
Cássio Barbosa

Guacamelee!

Nota 95

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
Um luchador que se transforma em galo de briga precisa enfrentar os mais diferentes estereótipos mexicanos para salvar sua namorada que foi sequestrada por um mariachi do mal. Precisa dizer mais por que Guacamelee! foi um dos títulos mais divertidos deste ano?
Com um estilo de arte incrível, além de um roteiro divertido e interessante, o game é uma ótima pedida para quem deseja um jogo descompromissado e desafiador.”
Cássio Barbosa

DmC: Devil May Cry

Nota 93

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
Apesar de toda a revolta dos fãs, DmC: Devil May Cry silenciou todas as críticas às mudanças feitas pela Ninja Theory. O jogo não só conseguiu atualizar muito bem a história de Dante e Vergil como ainda elevou o gênero Hack ‘n’ Slash a um novo nível, criando uma jogabilidade extremamente dinâmica e ágil e que deve virar referência de agora em diante.
Mantendo a essência daquilo que a Capcom fez há uma década, a Ninja Theory mostrou que tudo aquilo que tanto amamos na saga do Dante de cabelos brancos ainda está presente, mas de uma maneira mais refinada e ainda mais divertida. Não há por que temer, pois há mudanças que vêm para o bem.
Durval Ramos

Gears of War: Judgment

Nota 90

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
Esqueça Marcus Fenix. Em Judgment, voltamos aos primórdios da guerra entre humanos e Locusts para conhecer um pouco mais daquele mundo. A partir das memórias dos membros do Kilo Squad, a People Can Fly aprofunda muito bem a relação entre os personagens e cria uma nova dimensão dentro do universo que pensávamos que conhecíamos tão bem.
A produtora conseguiu não só entregar um excelente jogo, mas também deixou aquele universo muito mais rico e ainda renovou muito outros elementos da mecânica e da própria narrativa. No fim das contas, Judgment mostra que reinvenção e ousadia andam lado a lado e, por mais arriscado que tenha sido abandonar a figura de Marcus Fenix, ir além do personagem abre as portas para novas histórias e um novo futuro para COG — e para toda a série.
Durval Ramos

The Swapper

Nota 90

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
Apesar de 2013 ter sido um ano de grandes blockbusters, as principais surpresas do ano surgiram do cenário independente. É o caso de The Swapper, um jogo que chama a atenção exatamente por sua jogabilidade única. Afinal, quem já imaginou resolver puzzles usando uma arma que dispara clones? Com uma excelente nota 90, o jogo é a prova de que boas ideias são melhores do que o apoio de uma grande desenvolvedora.
Enquanto a dificuldade dos últimos desafios chega a ser bastante alta, a progressão dos níveis se dá de maneira bastante natural e intuitiva. Deste modo, quando estes últimos quebra-cabeças são apresentados, mesmo longe de uma resposta, a sensação de que a solução é impossível não chega a ocorrer. Em compensação, quando a resposta finalmente vem à mente, a satisfação é sempre recompensadora.
Cássio Barbosa

Metro: Last Light

Nota 90

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
Os sobreviventes da THQ fizeram bonito neste começo de ano. Além de Company of Heroes 2, Metro: Last Light foi outro remanescente que conquistou o público e a crítica, principalmente por conta de sua ambientação bastante densa e complexa. Dando continuidade ao também excelente Metro 2033, voltamos ao mundo pós-apocalíptico e vemos que o pior da humanidade é o próprio ser humano.
O maior trunfo de Metro: Last Light não é a sua agradável e competente jogabilidade, mas sim o universo criado em Metro 2033 e, agora, expandido no novo game. Não são apenas os cenários devastados que chamam atenção, mas sim toda a construção das cidades subterrâneas e a maneira como os personagens “vivem” nelas.
André “Oda” Luiz

Luigi’s Mansion: Dark Moon

Nota 90

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
O retorno de Luigi às mansões mal-assombradas não poderia ser mais prazeroso. Com uma história simples e muito bem-humorada, o jogo se destaca no chamado “Ano do Luigi” como uma das melhores novidades da Nintendo em 2013. O modo multiplayer também é uma excelente adição, fazendo com que a perseguição a fantasmas possa ser compartilhada com seus amigos de maneira espetacular.
Em Dark Moon, Luigi prova mais uma vez que é um excelente protagonista e ainda traz uma das aventuras mais divertidas do portátil. Repleto de bom humor e desafios inteligentes, o novo Luigi’s Mansion é tudo aquilo que os fãs do irmão covarde esperavam ver desde o game original lançado no GameCube.
Durval Ramos

Far Cry 3: Blood Dragon

Nota 90

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
Uma verdadeira homenagem aos clássicos filmes de brucutus dos anos 80, Blood Dragon abraça a galhofa e traz todos os clichês que marcaram os filmes da época apresentando vários exageros de maneira incrivelmente divertida e ampliando o já incrível mundo de Far Cry 3 a um novo nível: o nível da zoeira.
Ao mesmo tempo, a liberdade que Blood Dragon tem para tirar sarro de clichês da época, dos video games e de si mesmo torna a experiência ainda mais interessante. Assim, tanto aqueles que se divertiram com Far Cry 3 como aqueles que não conheceram a definição de insanidade de Vaas podem encontrar um grande jogo em Blood Dragon.”
Cássio Barbosa

Battleblock Theater

Nota 90

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
Outra surpresa independente que apareceu em 2013. O jogo chama a atenção por sua proposta desafiadora e o alto nível de diversão que isso oferece. Misturando uma proposta diferente com um estilo visual único e uma jogabilidade desafiadora, ele é a típica diversão descompromissada que vale cada centavo.
Esse é o tipo de jogo que faz com que você fique triste pela exclusividade. Afinal de contas, seria perfeito levar BattleBlock Theater para todos os lugares no celular ou em um console portátil. Ponto para o Xbox, que ganha mais um game de sucesso para ampliar com qualidade seu portfólio de independentes.
Felipe Demartini

Skulls of the Shogun

Nota 90

Os melhores jogos de 2013 - até agora [enquete]
Esqueça o estereótipo de que jogos de estratégia precisam ser sérios. Skulls of the Shogun é um jogo que traz muito bom humor às partidas por turnos e inova criando mecânicas diferenciadas e adaptadas para o controle do Xbox 360. Até mesmo quem não é fã do gênero pode se divertir com as infinitas possibilidades oferecidas.
“Skulls of the Shogun é um grande game que merece ser aproveitado em qualquer plataforma que você tiver disponível. Mesmo se você não for um grande fã de estratégia, dê uma chance para esse jogo e não se arrependa”
Cássio Barbosa

Menções honrosas

 Isso não significa que esses foram os únicos ótimos jogos que apareceram em 2013. Nos últimos meses, tivemos dezenas de outros grandes games que pintaram nas mais diferentes plataformas. E, para tornar as coisas mais justas, decidimos listá-los para que você relembre alguns deles.
Novamente, fizemos um filtro para facilitar a vida de todo mundo. Abaixo, você encontra os games que conseguiram nota acima de 80 e, portanto, classificados como “Ótimo”. Além disso, entraram também os DLCs e relançamentos.
  • Sid Meier’s Civilization V: Brave New World – 95
  • Trials Evolution: Gold Edition – 95
  • Persona 4 Golden – 93
  • Resident Evil: Revelations HD – 92
  • Battlefield 3: Aftermath – 91
  • Need for Speed: Most Wanted – 90
  • Donkey Kong Country Returns – 90
  • Dishonored: The Knife of Dunwall – 90
  • Animal Crossing: New Leaf – 88
  • Crysis 3 – 87
  • GRID 2 – 87
  • Metal Gear Rising: Revengeance – 85
  • New Super Luigi U – 85
  • Injustice: Gods Among Us – 85
  • Call of Juarez: Gunslinger – 85
  • State of Decay – 85
  • Papo & Yo – 85
  • LEGO City Undercover – 85
  • LEGO City Undercover: The Chase Begins – 85
  • Rogue Legacy – 85
  • Mass Effect 3: Citadel – 85
  • The Walking Dead: 400 Days – 85
  • Dead Space 3 – 85
  • Etrian Odyssey IV: Legends of the Titan – 85
  • Dragon’s Dogma: Dark Arisen – 85
  • Monster Hunter 3 Ultimate – 85
  • Brain Age: Concentration Training – 85
  • StarCraft II: Heart of the Swarm – 85
  • Anomaly 2 – 85
  • Cloudberry Kingdom – 80
  • Project X Zone – 80
  • Dungeons & Dragons: Chronicles of Mystara – 80
  • Call of Duty: Black Ops II – Uprising – 80
  • Metal Gear Rising: Revengeance – 80
  • Pandora’s Tower – 80
  • Don’t Starve – 80
  • Soul Sacrifice – 80
  • Assassin’s Creed 3: The Tyranny of King Washington – 80
  • DmC: Devil May Cry – Vergil’s Downfall – 80
  • Army of Two: The Devil’s Cartel – 80
  • God of War: Ascension – 80
  • Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 3 – 80
  • Castlevania: Lords of Shadow – Mirror of Fate – 80
  • imCity – 80
  • Sly Cooper: Thieves in Time – 80
  • Chivalry: Medieval Warfare – 80

Você decide

Diante de tudo isso, jogamos o desafio para vocês. Afinal, qual foi o melhor jogo de 2013 até agora? Sabemos que o ano ainda nos reserva grandes novidades, mas não podemos desmerecer a qualidade daqueles que já estão disponíveis em nossos consoles. Portanto, ouça seu coração e dê seu apoio a esse título.


Computador de US$ 25 consegue rodar Quake III

O Raspberry Pi é um computador completo voltado para fins educacionais, que roda Linux e vai custar a partir de US$ 25. Ele possui processador ARM, portas USB e HDMI, suporte a cartões SD e é alimentado por apenas 4 pilhas AA.



O vídeo a seguir demonstra o poder de processamento do Raspberry Pi, e de uma maneira muito interessante: rodando o Quake III.




O Raspberry Pi vai começar a ser vendido até o final do ano, e terá dois modelos o A que custa US$ 25 e o B que custa US$ 35. A única diferença entre eles é que o modelo B possui uma porta Ethernet 10/100 e o A não possui.

Engenhoca combina PlayStation 3 com Xbox 360



O PlayStation 3 e o Xbox 360 têm travado uma batalha acirrada pelo mercado gamer. Em dúvida sobre qual console adquirir, muitos jogadores entusiastas possuem as duas plataformas. Se você faz parte de seleto grupo, é provável que em muitos momentos fique indeciso sobre qual video game jogar.

Para solucionar essa situação definitivamente, o usuário do site Reddit chamado Timofiend usou um gabinete de computador para unificar os consoles da Sony e da Microsoft. O inventor acoplou um Xbox 360 Slim e um PS3 de 80 GB no case do seu antigo PC.
Confira as Principais Mudanças  entre GTA IV e GTA V
Com toda a promessa de uma geração, Grand Theft Auto IV deixou muita gente boquiaberta na época. O ano era 2008, quando os sistemas atuais ainda engatinhavam e cada passo dado pela indústria era visto como um grande avanço. Tanto que, quando a Rockstar trouxe a aguardada sequência, muitos acreditavam ser impossível ir além em termos de fidelidade visual na hora de trazer um mundo aberto como Liberty City.
Mas o tempo passa, o tempo voa e chegamos a 2013. Cinco anos depois da dita revolução, o estúdio conseguiu surpreender novamente, desta vez com GTA 5. E como era de se esperar, as diferenças gráficas entre os dois títulos é imensa, sendo muito difícil encontrar características em comum entre elas, por mais que estejamos falando do mesmo motor gráfico.
Em meia década, muita coisa mudou — principalmente em uma indústria tão movimentada quanto a dos video games. Então, por que diabos fazer esse tipo de comparação se já sabemos a resposta do que vamos encontrar?
Como mencionado, tanto GTA IV quanto seu sucessor utilizam a mesma engine, a chamada Euphoria. Por se tratar de uma única tecnologia, é possível comparar o salto dado pela atual geração neste período de cinco anos. Afinal, a Rockstar não trouxe nada inédito, apenas melhorou e refinou algo que ela já utilizava — ou tentava utilizar — há cinco anos.
Assim, com a chegada do PS4 e Xbox One, nada melhor do que fazer aquela breve recapitulação dos avanços gráficos que seus antecessores trouxeram. Em tempos em que todos querem fotorrealismo e níveis de detalhes absurdos, nada melhor do que olhar para trás e ver o quanto conquistamos até aqui.

Uma mudança nítida

A maior mudança sentida entre GTA IV e V é a nitidez da imagem. Como o primeiro título foi lançado ainda no início da geração, a Rockstar ainda não conseguia explorar ao máximo o potencial de seu motor gráfico e, para manter o desempenho do game considerável dentro das proporções apresentadas, alguns truques tiveram de ser aplicados.
Confira as principais diferenças gráficas entre GTA 4 e GTA 5 [vídeo]AmpliarRepare que, em GTA V (à esquerda), a imagem é bem mais nítida (Fonte da imagem: )
O principal deles foi a aplicação de um filtro que, em resumo, desfoca objetos mais distantes a fim de destacar apenas aquilo que está em primeiro plano. Isso faz com que o jogo tenha uma espécie de névoa que maquia todas as possíveis falhas e evita que o console tenha de processar informações de texturas e elementos menos importantes.
O ponto é que isso não é algo discreto, mas presente em toda a imagem, até mesmo sobre o próprio personagem. Em outras palavras, é como se nada em GTA IV fosse totalmente nítido. É como se a resolução nunca fosse a ideal e sempre houvesse uma espécie de camada esbranquiçada por cima que deixa tudo mais opaco. É por isso que, ao visitar Liberty City, você sente que a cidade é tomada pelos tons de cinza, uma vez que a paleta de cores é reduzida a elementos mais sóbrios para combinar com esse recurso.
Confira as principais diferenças gráficas entre GTA 4 e GTA 5 [vídeo]Ampliar
Em GTA V, por outro lado, essa “muleta” já é deixada de lado, pois a Rockstar já não via mais a necessidade de recursos que ajudassem a maquiar as falhas gráficas da Euphoria. Depois de cinco anos, a empresa conseguiu otimizar sua engine e criar mundos muito mais claros e nítidos, onde você pode se atentar aos vários detalhes presentes no cenário, seja próximo ao personagem ou muito mais ao fundo.
E para melhor perceber o quanto esse “nevoeiro” faz diferença, vamos a alguns exemplos práticos. Primeiramente, ao elemento principal dos jogos: seus personagens. Ao colocar os protagonistas dos dois últimos GTA lado a lado, você pode perceber o quanto o trio de Los Santos está melhor trabalhado do que o pobre Niko Bellic. Você consegue não apenas ver seus rostos com mais clareza como perceber detalhes menores de expressão facial, visto que a animação também melhorou consideravelmente neste meio tempo.
Confira as principais diferenças gráficas entre GTA 4 e GTA 5 [vídeo]Ampliar
Outra maneira muito boa de perceber o efeito de blur usado em GTA IV é no horizonte. Em Liberty City, não é possível enxergar com nitidez elementos mais distantes, visto que essa névoa oculta a maioria dos detalhes, deixando apenas a estrutura básica visível.
Isso fica claro quando você pega um helicóptero e sobrevoa o local. Em GTA V, Los Santos é enorme e você consegue perceber isso muito bem, pois é possível ver todos os prédios bem definidos até o horizonte — e todos eles bem detalhados. Já em GTA IV, por outro lado, é possível ver o ponto em que o jogo deixa de processar essas informações menores, como texturas e iluminação, para mostrar a cidade como um todo. O resultado é uma vasta cidade, mas completamente chapada, como se fossem pequenas caixas de plásticos dispostas em quadras.
Confira as principais diferenças gráficas entre GTA 4 e GTA 5 [vídeo]Ampliar
Por outro lado, o truque da névoa também tem seus benefícios. Como o horizonte é pouco nítido, o limite da tela na qual as imagens começam a serem desenhadas passa a ser igualmente confuso. Ao avançar com seu carro, você não consegue ver os veículos surgindo à sua frente de repente, mas aparecendo gradualmente, como acontece na realidade. Já em GTA V, isso é um pouco mais chamativo, pois é possível ver cada automóvel brotando à determinada distância.

Questão de texturas

E já que falamos da névoa que maquia GTA IV, vamos comentar sobre o nível de texturas existentes nos dois jogos. Afinal, há realmente uma diferença significativa entre Liberty City e Los Santos?
A resposta é sim — como você bem podia imaginar. Como citado, o game de 2008 usava o efeito de desfoque para diminuir a quantidade de detalhes no cenário para que o jogo não ficasse pesado demais. Isso não significa, no entanto, que o mundo ao seu redor era liso e chapado.
Confira as principais diferenças gráficas entre GTA 4 e GTA 5 [vídeo]Ampliar
Quando lançado, GTA IV impressionou exatamente pela quantidade de texturas apresentadas. O asfalto não era mais apenas uma placa cinza desenhada, mas repleto de deformidades e pedregulhos que davam a impressão de que aquilo era feito do mesmo material que as ruas pelas quais passamos todos os dias.
O ponto é que GTA V levou essa característica a um novo nível. Enquanto seu antecessor se destacou pela existência desse efeito visual, o jogo lançado este ano trouxe uma variedade de detalhes muito maior, deixando a coisa bem menos uniforme, dando a impressão de que cada pedaço é realmente único.
Confira as principais diferenças gráficas entre GTA 4 e GTA 5 [vídeo]Ampliar
Na praia de Liberty City, por exemplo, era fácil perceber o padrão no desenho da areia. Era como se tivéssemos uma repetição dos mesmos blocos infinitas vezes, criando um efeito de uniformidade em toda a costa. Em Los Santos isso também acontece, mas com uma frequência muito menor. É como se não houvesse esse padrão, deixando a distribuição das diferentes texturas de maneira quase aleatória, criando uma variedade muito mais realista.

As diferentes águas

Ainda na praia, a água também foi parte importante da evolução feita pela Rockstar em seus dois games. Além da possibilidade de fazer o personagem mergulhar, os efeitos aplicados sobre o mar mostram o quanto a empresa conseguiu aprimorar sua engine.
Confira as principais diferenças gráficas entre GTA 4 e GTA 5 [vídeo]Ampliar
Em GTA IV, o mar é quase um grande espelho-d’água. Por mais que ele tivesse movimento, a única alteração evidente era na altura e de maneira totalmente uniforme. Tudo o que víamos era um sobe e desce lento e sincronizado, como se aquilo fosse uma enorme bacia. O mesmo acontecia nas extremidades, em que o vai e vem da maré era uma linha nítida que acompanhava essa variação programada.
Mas isso muda de figura em GTA V. Primeiramente porque temos a introdução das ondas, fazendo com que o movimento fique completamente aleatório e disforme. Além disso, as áreas onde isso acontece são preenchidas com um efeito esbranquiçado que simula a espuma do mar, deixando tudo ainda mais crível.
Confira as principais diferenças gráficas entre GTA 4 e GTA 5 [vídeo]Ampliar
E como a variação na altura da água passou a ser variada, a limitação na costa seguiu o mesmo raciocínio. Lembra-se da última vez que você foi à praia? As ondas que quebravam na areia não recuavam de maneira igual e essa irregularidade conseguiu ser muito bem reproduzida por aqui.
Deixando o mar de lado, vamos falar um pouco da chuva. O que chama a atenção aqui é que o efeito de precipitação é muito melhor em GTA IV do que no recente lançamento. Isso porque, em Liberty City, os pingos caem de formas variadas, sofrendo sempre com a ação do vento. Sabe aquela chuva maldita que cai na diagonal e faz você se questionar se fechou ou não a janela do quarto? Pois ela também aterroriza a vida do pobre Niko.
Por outro lado, GTA V compensa isso ao fazer com que a água que cai do céu se acumule no chão. Após uma tempestade, é comum encontrar poças pelas ruas e o próprio choque das gotas no chão é mais nítido. Mais do que isso, pisar sobre esses acúmulos gera efeitos de movimentação e o próprio personagem fica molhado se permanecer tempo demais ao relento.

Quando a luz dos olhos seus

Já a luz é o tipo de elemento que mudou bastante nesses últimos cinco anos. Como já foi explicado, o jogo de 2008 é bem mais escuro e a constante névoa faz com que você não perceba a iluminação de maneira mais ativa. Tanto que o próprio sol é uma figura quase alegórica, podendo ser visto apenas em raras ocasiões.
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Por mais que tenhamos sombras e reflexos em GTA IV, eles não tão marcantes quanto em GTA V. Basta olhar as ruas à noite e perceber que tanto os faróis dos carros quanto a iluminação pública fazem um serviço tímido na hora de clarear o caminho do protagonista.
E Los Santos representa muito bem o espírito californiano ao trazer a luz do sol em todo seu esplendor ao jogo. Os focos de luz realmente iluminam e você consegue perceber muito bem o ângulo de incidência, assim como as áreas clareadas, de sombra e zonas de penumbra. Isso fica ainda mais evidente quando você sobrevoa a cidade e vê todos esses tons de iluminação espalhados pelos prédios de acordo com a posição do sol.
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Isso também pode ser visto nos reflexos em determinadas superfícies, como nos carros. Enquanto os veículos de GTA IV são quase completamente foscos, trazendo um ou outro espelhamento mínimo, em GTA V isso é bem mais perceptível. Você consegue ver o cenário sendo refletido na lataria do automóvel e, dependendo do local e da condição do tempo, as nuvens passando no céu.
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Modelando o mundo

Por fim, temos a modelagem do jogo como um todo. Ao longo desses últimos cinco anos, a Rockstar conseguiu aprimorar a criação de personagens e estruturas a um nível impressionante, fazendo com que seja difícil de acreditar que GTA IV e V fazem parte da mesma geração e que são derivações de um único motor gráfico.
Essa diferenciação é sentida em vários momentos. A principal é na própria construção dos personagens. Além de muito mais nítidos, a quantidade de pequenos detalhes é bem maior. Você consegue perceber as marcas no rosto de Trevor e as variações de expressões de Michael a cada momento, o que deixa tudo bem mais próximo do real, além de ajudar na criação da empatia pelo jogador.
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Niko Bellic, por outro lado, traz uma construção bem mais simplificada. Logo na cena inicial de GTA IV, por exemplo, você percebe que os detalhes faciais do personagem são bem menos destacados — chegando ao ponto de, em alguns momentos, ser apenas um borrão.
Essa modelagem também afeta a apresentação das roupas. No jogo de 2008, casacos, calças e demais vestimentas faziam parte do modelo do protagonista, ou seja, você não sentia que existia um corpo ali embaixo e todo o movimento era bastante engessado. Em GTA V, por outro lado, é possível ver as blusas se dobrando quando você corre ou ficando amassadas quando o personagem sofre algum tipo de impacto, criando a sensação de que aquelas peças foram colocadas sobre o modelo do personagem em si.

Que venha a nova geração

Como citado anteriormente, a evolução existente entre GTA IV e seu sucessor é absurda e não representa apenas o salto dado pela Rockstar na última meia década, mas de toda a indústria ao longo dessa geração. E se, em apenas cinco anos, as produtoras conseguiram aprimorar suas engines nesse ponto, fica ainda mais difícil imaginar o que esperar dos títulos do Xbox One e PS4 em 2018. Mas seja lá o que for que vamos encontrar, sabemos que será coisa boa.